Alvarinho 2016: lançamento da nova colheita coincide com Ouro em França

Alvarinho 2016: lançamento da nova colheita coincide com Ouro em FrançaVoltar11
Jul
2017
Engane-se quem pensa que as novidades da Herdade das Servas para esta estação acabaram. Se na gama Monte das Servas Escolha já apresentámos o branco e o rosé de 2016, é agora a vez da última colheita se reflectir no peculiar Alvarinho. A chegada deste monocasta ao mercado coincide com o reconhecimento de qualidade da sua primeira edição: o ‘Herdade das Servas Alvarinho branco 2015’ acaba de arrecadar uma medalha de ouro no concurso Citadelles du Vin, em França.

O Herdade das Servas Alvarinho branco 2016 é um vinho peculiar, se pensarmos que a sua origem é o Alentejo e não a região dos Vinhos Verdes. Um Alvarinho com uvas de vinhas plantadas em solos calcários e submetidas as um clima de Verão quente e seco. Um branco cuja mineralidade se destaca, quer no nariz, quer na boca, sobrepondo-se aos aromas e às notas tropicais típicas da casta na região minhota, tornando-o um vinho ainda mais elegante. Nesta segunda edição, o Herdade das Servas Alvarinho é submetido a uma fermentação alcoólica em cubas de inox com controlo de temperatura, após a qual ocorre o processo sur lies durante três meses. Terminado o estágio, repousa em garrafa por três meses. A servir entre os 12° e os 14°C e na companhia de saladas, mariscos, peixes grelhados, carnes brancas e sushi, que tanto apetecem nestes dias de calor.

Sob a marca topo de gama, a Herdade das Servas propõe ainda o branco Herdade das Servas Colheita Seleccionada 2016, uma proposta para consumidores mais exigentes e complementar ao Alvarinho, por se tratar de um vinho de lote, que nesta edição volta a combinar as castas Roupeiro, Viognier, Verdelho e Sauvignon Blanc. A fermentação ocorre, separadamente por casta, como é apanágio da casa, em cubas de inox com controlo de temperatura. Segue-se um primeiro estágio, sur lies durante três meses, e, depois de engarrafado, um segundo em garrafa durante dois meses. Estamos perante um branco límpido, que no nariz revela aromas frutados, a lembrar alperce, limão e tangerina, e notas florais. Na boca sobressai a frescura e a complexidade, com um final persistente. Recomenda-se que seja consumido durante os primeiros três anos, depois de lançado no mercado, e que seja degustado com saladas, mariscos, peixes grelhados ou assados e carnes brancas.